domingo, 2 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Redundância...
"Fica o dito pelo o re-dito e o não-dito". Com essas palavras de Chico repito o que já não é novidade para os que me conhecem a fundo e conhecem o curso do rio de águas caudalosas que me habita.
A tragédia faz metáfora do receio. E que esta tragédia, como de costume, seja catártica. Imaginar que essas águas minhas, tão densas, possam causar o mesmo que presenciamos a dias por águas outras, nem posso pensar, desejar, sequer cogitar. Elas prometem inundar sim, envolver por todos os lados, mas na medida do conforto, do bem estar. A catarse da limpeza, já nos foi cedida, agora nos resta a do amor.
A tragédia faz metáfora do receio. E que esta tragédia, como de costume, seja catártica. Imaginar que essas águas minhas, tão densas, possam causar o mesmo que presenciamos a dias por águas outras, nem posso pensar, desejar, sequer cogitar. Elas prometem inundar sim, envolver por todos os lados, mas na medida do conforto, do bem estar. A catarse da limpeza, já nos foi cedida, agora nos resta a do amor.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Um acorde no peito...
Hoje eu queria um amor pra cantar. Dois olhos atentos ao desenhar dos sons em meu rosto e um dedo doce a pegar as lágrimas que de meus olhos escorressem. Um peito forte o bastante para suportar as poesias e canções que guardo a muito tempo. Lábios alternados entre o meu pescoço e as extremidades de um cálice de vinho, o vinho do amor de que tenho sede.
Uma voz dentro de mim grita: o cálice está vazio...
Uma voz dentro de mim grita: o cálice está vazio...
quinta-feira, 4 de março de 2010
...um jeito de viver nesse mundo de...
Saudades do meu amor, ou do meu quase amor, ou do amor que não tive, ou tive e não o tenho mais, sei lá... saudades da ilusão então - o que me restou disso tudo. Às vezes acho que nem a ilusão restou... Resta a consciência de que esse tal amor-ilusão-desilusão ocupava um lugar significativo, hoje vazio. O vazio dói, né? Antes achava que só doía se tivesse algo ali a incomodar, outra ilusão, hoje desilusão. Iludia-me, também, a pensar que resistia ao amor como a guerra e só agora entendo porque aqueles versos mexiam tanto comigo... "sempre diz que é do tipo cara valente, mas veja só, a gente sabe...". Eita, Camelo esperto...Parece que esse vazio anda cheio d'água, porque todo vez que lembro dele e sinto meu peito contraindo-o, águas saltam aos olhos e rios se formam pelo rosto...
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A lua revela cada coisa...
"beija-me, deixa o seu rosto coladinho ao meu...beija-me..."
Ter consciência não é coisa fácil. É ouvir a voz do desejo e não poder calar. Procuro uma voz que possa cantar mais alto, mas a procura de interlocução, me dá uma rasteira...
Elza, para de me mostrar a verdade!
Ter consciência não é coisa fácil. É ouvir a voz do desejo e não poder calar. Procuro uma voz que possa cantar mais alto, mas a procura de interlocução, me dá uma rasteira...
Elza, para de me mostrar a verdade!
Sambando com a consciêcia
"beija-me, deixa o seu corpo coladinho ao meu...beija-me..."
Ter consciência não é coisa fácil. É ouvir a voz do desejo e não poder calar. Procuro uma voz que possa cantar mais alto, mas a procura de interlocução, me dá uma rasteira...
Ter consciência não é coisa fácil. É ouvir a voz do desejo e não poder calar. Procuro uma voz que possa cantar mais alto, mas a procura de interlocução, me dá uma rasteira...
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